ANO: 26 | Nº: 6523
22/08/2019 Fogo cruzado

Escolas cívico-militares são tema de audiência no Ministério da Educação

Foto: Marcia Marinho/Especial JM

Comitiva foi recebida pelo subsecetário Aroldo Ribeiro Cursino
Comitiva foi recebida pelo subsecetário Aroldo Ribeiro Cursino
Uma comitiva de lideranças dos municípios de Bagé e Lavras do Sul está em Brasília, nesta semana, para tratar da implementação das escolas cívico-militares na Rainha da Fronteira. Nesta quarta-feira, a reunião foi com o subsecretário de Fomento às Escolas Cívico-Militares do Ministério da Educação, Aroldo Ribeiro Cursino.
O deputado federal Afonso Hamm participou da reunião, junto com o prefeito de Bagé, Divaldo Lara, a secretária de Educação e Formação Profissional, Adriana Lara, a secretária de Educação de Lavras do Sul, Elenara Biaggi Machado, e outros representantes da região.
Hamm reivindicou que Bagé integre as ações previstas no Compromisso Nacional pela Educação Básica, apresentado pelo Ministério da Educação com a implementação de 108 escolas cívico-militares no País até 2023. "Nosso pedido é para que o Ministério da Educação inclua o município no planejamento como célula-piloto, sem descaracterizar do Estado", completou.
O parlamentar também anunciou que a comitiva levará o pleito ao governador Eduardo Leite, para que o município seja contemplado. "Somos parceiros desse projeto que propiciará ensino e perspectivas de futuro para os nossos jovens de toda região", salientou. O subsecretário Aroldo Cursino relatou, por exemplo, a importância de consolidar e disseminar o modelo e que a escola precisa ser uma boa gestora de indução às boas práticas.
O prefeito de Bagé e a secretária de Educação relataram que a Rainha da Fronteira tem condições de servir de modelo com a criação de duas escolas cívico-militares. "A educação em Bagé será marcada pelo antes e depois das escolas cívico-militares, que possibilitará aumentar ainda mais a média do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)", destacou o Divaldo.
As escolas cívico-militares são instituições não militarizadas, mas com uma equipe de militares da reserva no papel de tutores. O novo modelo de instituição fomenta a disciplina, a hierarquia e o resgate ao patriotismo e o envolvimento da comunidade.

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