ANO: 25 | Nº: 6382
30/08/2019 Fogo cruzado

Vice-presidente da Comissão de Educação da Assembleia cumpre agenda na região

Foto: Sidimar Rostan/Especial JM

Zequinha e Helenise Juche (que comandou 2ª Coordenadoria Regional de Educação) acompanham Koch
Zequinha e Helenise Juche (que comandou 2ª Coordenadoria Regional de Educação) acompanham Koch
Cópias da primeira edição do ‘Observatório da Educação Pública no Rio Grande do Sul’, elaborado pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, foram entregues, ontem, pelo vice-presidente do colegiado, Issur Koch, do Progressistas, à 13ª Coordenadoria Regional de Educação (13ª CRE), em Bagé. A agenda na região, que segue hoje, em Dom Pedrito, de acordo o parlamentar, serve para ‘conhecer de perto a realidade local.’
A publicação elaborada por técnicos, a partir de demanda da Comissão de Educação, reúne dados sobre a rede educacional no Estado, cruzando informações da última década, detalhando orçamentos, evolução salarial de professores e indicadores de aprendizagem. “Estamos distribuindo o material, levando ao conhecimento, para que as pessoas possam se embasar e até questionar ou complementar, se for o caso. Nossa ideia é fazer um levantamento a cada ano. Também queremos colher avaliações sobre o trabalho e, até o final do ano, conhecer a realidade de cada CRE”, destaca.
Dois projetos que envolvem escolas de Bagé devem ser levados à pauta da comissão. As demandas da quadra poliesportiva da Escola Estadual de Ensino Médio Silveira Martins e do refeitório da Escola Estadual Ensino Fundamental Arthur Damé foram apresentados ao vice-presidente do colegiado, pelo ex-coordenador regional de educação, José Carlos Nobre (Zequinha). A discussão sobre a oferta do Ensino Médio na escola estadual Risoleta de Quadros também será priorizada.
Koch reconhece a dificuldade enfrentada pelas Coordenadorias Regionais de Educação para ‘tocar obras estruturais e de manutenção’, reforçando a sugestão de restabelecer, junto à Secretaria Estadual de Educação, uma superintendência de obras, oferecendo mais autonomia para a elaboração de pequenos projetos. “Mais do que orçamento próprio, é necessário ter pessoas que possam fazer esta interlocução, que possa estabelecer critérios para priorizar os investimentos. Já oficiamos a Casa Civil para que exista este monitoramento  constante”, revela.

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