ANO: 25 | Nº: 6382

Viviane Becker

viviminuano@hotmail.com
Colunista social do Jornal Minuano, Viviane Becker é experiente jornalista de geral e conhecida editora do caderno de variedades Ellas.
01/11/2019 Caderno Ellas

Em apoio ao Centro Cultural e Histórico de Santa Thereza

Foto: Divulgação

O Caderno Ellas/Jornal MINUANO mais uma vez abraça uma nobre causa em apoio ao Centro Cultural e Histórico de Santa Thereza. Hoje, trazemos a beleza da moda sustentável combinada com uma proposta fashion/solidária e de grande importância para a Associação Pró-Santa Thereza: o Brechic. Esse projeto que nossa colaboradora, a estilista Janine Pinto há alguns anos, teve a feliz ideia de executar. Com a graça de Santa Thereza,  ela se esforça para juntar forças físicas, mãos amigas e corações solidários que contribuem com esse projeto que tem 100% da renda será revertida em melhorias para o Centro Cultural e Histórico.

Hoje, também vamos falar sobre o importante trabalho realizado pela Associação Pró Santa Thereza, uma  ONG sem fins lucrativos, que mantém uma parceria com administração Municipal. A Associação  recuperou a capela histórica e revitalizou o local através do projeto patrimonial, assinado pelo arquiteto Flávio Keifer, com a construção do teatro, praça cívica, aquisição do prédio do memorial juntamente ao poder público. Esse memorial será concluído e ampliado mediante uma segunda fase do projeto patrimonial. O Centro Histórico, que desempenha um forte papel dentro do turismo histórico cultural, sendo fonte permanente de qualificação cultural e educacional, merece, mais do que nunca, o olhar da justiça e valorização da comunidade, do poder público, das políticas, de toda Bagé e do Estado, para que possa realizar a conclusão desse projeto de recuperação na sua totalidade.

 

Objetivo

Trabalhar a memória, a pluralidade de atividades como casamentos, batizados, missas, teatro, danças, concertos, palestras, exposições, oficinas, festivais, encontros entre outros. A valorização dos moradores com tratamento diferenciado. Todas as ações contam com parcerias de inúmeros voluntários e profissionais da cidade.

Projetos: Carnaval "No tempo da Marchinha", Elas por Elas, Histórias de Vida, Memórias religiosas,  Dia do Folclore, Semana de santa Thereza, Festival Internacional de Cinema da Fronteira, Ponto de Cultura Pampa Sem Fronteiras, Encontro de Bandas (fanfarras) municipais, Teatro infantil e adulto,  Show Musical, Vem pra Santa, Massa e memórias, Trilha histórica de Santa Thereza, Brechó e Brechic.

Integração com as instituições educacionais: Urcamp, Unipampa, Uergs, IFSul, Secretaria de Educação, Coordenadoria de Educação, colégios Espírito Santo e Nossa Semhora Auxiliadora, Sesc e Secretaria de Cultura do Estado.

Intercâmbios culturais: através do cinema com estados brasileiros, países americanos, europeus e africanos.

Atualização cultural: cursos, palestras, oficinas e seminários.

Atualização em arte educação

Educação patrimonial

Mostra de arte em todas as linguagens

Ponto de cultura Pampa sem fronteiras: produção de áudio, visual e candombe.

Fonte de recursos financeiros de sustentação do Centro Histórico: doações, vendas de rifas e peças de obra de arte, bingos, participação em porcentagem nos eventos sediado no Centro Histórico, brechó permanente e Brechic.

 

 

Ponto de cultura "Pampa Sem Fronteiras"

Nasceu pelas mãos da sociedade civil organizada, a Associação Pró-Santa Thereza, em 2012, e vem crescendo coletivamente, com ações voltadas para o reconhecimento e apoio às atividades culturais na região da Fronteira Brasil Uruguai. O projeto é resultado de políticas públicas do Programa Cultura Viva, financiado pelo Ministério da Cultura executado pela secretaria de Estado da Cultura.

O projeto "Pampa Sem Fronteiras" vem desenvolvendo ações de fomento a produção de visual na região, em escolas e comunidades ao lado brasileiro e uruguaio, como a Mostra de Curtas de Fronteira, oficinas de produção audiovisual e outras parcerias com ações musicais e no contexto latino América. Também desenvolve a cultura do Candombe, em Bagé, desde 2015 com a chegada da primeira cuerda de tambores uruguaios. Também deu origem a um coletivo colaborativo de geração de renda na área da produção audiovisual. A realização de curtas metragens também é uma das propostas que vem sendo desenvolvida pelo ponto de cultura, que já acumula cerca de 40 curtas de autoria de realizadores locais.

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