ANO: 25 | Nº: 6488
28/11/2019 Fogo cruzado

PDT desenvolve processo de reestruturação mirando eleições de 2020

Foto: Sidimar Rostan/Especial JM

Presidente do partido não descarta candidatura majoritária
Presidente do partido não descarta candidatura majoritária
Buscando cumprir metas estabelecidas para o pleito municipal do próximo ano, o diretório bajeense do PDT realizou, ontem, novo ato de filiações. A presidente da legenda, Elenara Ianzer, explica que o partido projeta triplicar a representação no Legislativo, que hoje conta apenas com o mandato do vereador Augusto Lara. "Estamos formando uma nominata e já temos vários nomes confirmados como pré-candidatos", pontua.
A filiação de Caio Ferreira integra uma etapa do processo. Elenara explica que havia formalizado convite ao ex-vereador no ano passado, por conta da identificação com as bandeiras trabalhistas. "O Caio tem uma história de luta que fecha com a nossa visão de mundo. Foi pré-candidato a prefeito, vereador e tem militância de mais de 30 anos. Veio realmente para somar e está participando de todas as atividades do partido", pondera.
Realizando novo ato de filiações, ontem, o partido projeta uma nominata com oito candidaturas femininas. Três nomes estão garantidos. "O PDT tem aproximadamente quatro mil filiados em Bagé. Tem diretório constituído e mantém reuniões semanais, todas as terças-feiras. Estamos no partido às segundas, quartas e sábados, na parte da tarde. E o cronograma faz parte da nossa mobilização, da nossa reorganização", explica.


Prefeitura

O PDT disputou o pleito de 2016, com chapa majoritária, encabeçada por Sapiran Brito. Para Elenara, a candidatura foi importante, marcando a posição do partido. Em 2020, a sigla também pode lançar nome para a disputa pela Prefeitura de Bagé. A presidente adianta, porém, que o partido está aberto para o diálogo. "Estamos nos organizando para enfrentar o ano de 2020, mas não estamos fechados para conversações. A política se faz conversando", reforça.


Referência

Elenara destaca que, com a morte de Jucelino Rosa dos Santos, o PDT perdeu uma referência no processo de reestruturação. "Era um ícone para nós. Jucelino começou nos movimentos de juventude. Eu acompanhei de perto e vi a evolução. Foi presidente do diretório, secretário da Fazenda, vereador e vice-prefeito. Tinha um papel importante no partido, atuando em uma espécie de articulação na capital (onde trabalhava como assessor da deputada Juliana Brizola)", observa.

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