ANO: 25 | Nº: 6436
13/01/2020 Cidade

Novos conselheiros tutelares tomaram posse na sexta-feira

Foto: Divulgação

Solenidade aconteceu no salão nobre da prefeitura
Solenidade aconteceu no salão nobre da prefeitura

Após a suspensão do resultado da eleição e consequente impugnação de três dos cinco candidatos eleitos, os novos conselheiros tutelares de Bagé tomaram posse na sexta feira, no Salão Nobre da Prefeitura. Foram empossados os conselheiros Felipe Dourado e Cláudio Rodrigues, além das três candidatas mais votadas, na ordem: Cleide Rolim, Regina Cunha e Claudete Brasil. Os suplentes das vagas serão Viviane Gonçalves, Cláudia Ramariz, Leonardo Kalunga, Adevanir Pereira e Davi Medeiros.
A eleição dos conselheiros aconteceu no dia 6 de outubro. No dia 8 do mesmo mês, por decisão conjunta do Ministério Público e da comissão eleitoral nomeada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica), o resultado foi suspenso. Algumas semanas depois, após averiguação conjunta do Ministério Público e do Conselho, três eleitos tiveram candidaturas impugnadas.
Durante a cerimônia de posse, a presidente do Comdica, Ildamar Martinez, salientou que considera o Conselho Tutelar um dos órgãos mais importantes dentro da política da Criança e Adolescente e o primeiro contato quando eles têm os direitos violados. “Desejo um excelente mandato e que trabalhem com qualidade e afinco, buscando o melhor para as crianças e adolescentes”, disse.
A promotora do Ministério Público, Marlise Martino Oliveira, que acompanhou todo o processo eleitoral, destacou que esta é a segunda posse que participa. Ela salienta que o Conselho é essencial e através deste órgão é possível levar ao conhecimento da promotoria as denúncia de violações contra criança e adolescente. “O Conselho Tutelar é o braço direito do Ministério Público e conto com o apoio e trabalho dos conselheiros. Que tenham consciência da responsabilidade do cargo”, pontua.
Os conselheiros nomeados são os nomes oficiais do Comdica. Porém, o resultado pode ser revertido a partir de ação da Justiça, já que os eleitos impugnados mantêm recursos contra a decisão do Ministério Público.

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