ANO: 26 | Nº: 6543
22/03/2020 Segurança

Morre a jornalista e escritora Mariana Kalil

Foto: Divulgação

Profissional tinha forte ligação com Bagé, onde tem familiares e amigos
Profissional tinha forte ligação com Bagé, onde tem familiares e amigos

A jornalista Mariana Kalil, de 47 anos, morreu na madrugada deste domingo, vítima de um melanoma (câncer de pele) bastante agressivo, contra o qual lutava há cerca de um ano. Filha de bajeense e com forte ligação com a cidade, pois, além de familiares, amigos de toda a sua vida e adolescência moram na Rainha da Fronteira, a escritora tinha três livros publicados.

Mariana estava internada no hospital Moinhos de Vento e morreu por volta das 5h deste domingo. Em função da pandemia do Covid-19, a cerimônia de velório e sepultamento será restrita, das 12h às 15h, no crematório Angelus, em Porto Alegre.

A escritora era formada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), trabalhou no grupo RBS, no Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, Revistas Época e IstoÉ e foi correspondente da BBC na Espanha, por fim exercia função de colunista da Band TV e na Band News FM.

Mariana tinha um site, onde pontuava a sua ligação com Bagé, voltado para o público feminino. No ano passado, dia 29 de março, ela palestrou na Biblioteca Pública Municipal Doutor Otávio Santos e apresentou seus trabalhos.

O livro "Peregrinando com Mariana Kalil", focado na vida da jornalista e nas mudanças em que passou, trocando de emprego e se mudando para outros lugares e países. Além disso, Mariana relatou sobre as viagens que lhe incentivaram a escrever seus três livros, "Peregrina de Araque – Uma Jornada de Fé e Ataque de Nervos no Oriente Médio" (2011), "Vida Peregrina – Uma Jornada de Desequilíbrios, Tropeços e Aprendizado" (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense.

Em sua página, Mariana escreveu quando veio a Bagé apresentar seu livro. “Mas por que exatamente Bagé? Porque meu pai é de Bagé, porque tenho uma forte ligação com Bagé, porque a Dulcinéia Livros, distribuidora da Editora Dublinense no Estado, acenou com essa possibilidade e porque a editora achou uma ótima ideia, porque eu preciso comprar o pão de cada dia, porque tenho amigos queridos e família querida em Bagé e porque, marquei na mesma data da ExpoFeira, para reunir todo mundo que não mora lá e aproveitar o feriado”, contou.

 

Deixe seu comentário abaixo

Mais notícias da edição

Outras edições

Carregando...