ANO: 26 | Nº: 6542
28/03/2020 Fogo cruzado

Divaldo classifica situação de Bagé como 'grave e diferenciada'

Foto: Reprodução JM

Divaldo explica que as autoridades públicas enfrentam dois grandes problemas
Divaldo explica que as autoridades públicas enfrentam dois grandes problemas

Diante da perspectiva do combate à disseminação do coronavírus (Covid-19), o prefeito de Bagé, Divaldo Lara, do PTB, explica que as autoridades públicas enfrentam dois problemas. “O primeiro é de saúde, e de saúde universal, em que o mundo, o Brasil, o Estado e Bagé estão fortemente impactados. O caso de Bagé é diferente de outros casos, é único no Rio Grande do Sul. A primeira linha de contaminação começou pela saúde. E essa linha de contaminação fez com que a situação em Bagé fosse ainda mais grave e diferenciada”, destaca.
O segundo problema, na avaliação do prefeito, é o econômico, observando a inter-relação entre os dois aspectos. “A economia tem que voltar a recuperar sua atividade e velocidade. Mas como você consegue fazer isso sem primeiro dar segurança sanitária para que a população possa desempenhar suas funções? Como fazer isso? O primeiro problema acarreta diretamente na ação do segundo. Os empreendedores terão dificuldades com seus colaboradores, terão dificuldade com seus clientes, porque a população está fazendo a sua parte e atendendo à recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde), do Ministério da Saúde, do governador do Estado e do comitê de crise em Bagé, composto por diversas entidades”, avalia.
Para o chefe do Executivo, Bagé vive 'o momento inicial de um vírus que está matando muita gente em todo o mundo'. “Com todas as atitudes que tomamos, que foram necessárias, e com apoio da sociedade, foi possível conter a expansão indiscriminada do vírus dentro do nosso município. Portanto, entendo que a velocidade do comércio, dos serviços e da economia, deve ser retomada muito em breve, porém com o cenário local mais seguro, para que os colaboradores dos empresários e os clientes tenham segurança para poder desempenhar suas funções, voltar ao trabalho e ao consumo”, reforça, ao esclarecer que a premissa do controle sanitário obedece protocolos de segurança.

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