ANO: 26 | Nº: 6543
09/04/2020 Esportes

Luciano Hocsman confirma adiantamento de R$ 30 mil para árbitros

Foto: Divulgação

Mandatário anuncia verba pelas redes sociais
Mandatário anuncia verba pelas redes sociais

Tema que tem sido levantado com força, nos últimos dias, a situação financeira dos árbitros também é algo que preocupa no futebol, visto que eles são apenas prestadores de serviço. Ou seja, não possuem vínculo empregatício e, na prática, recebem apenas por partida realizada. O presidente da FGF, Luciano Hocsman já tinha sinalizado, anteriormente, que estudava, juntamente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado do Rio Grande do Sul, uma forma de contemplar a categoria.
Ontem à tarde, Hocsman publicou, em sua conta oficial no Twitter, que a FGF irá adiantar as taxas de arbitragem, no valor de R$ 30, referente às rodadas suspensas do Gauchão e Divisão de Acesso. O repasse será feito pelo sindicato da categoria, que ficará responsável pelo pagamento. Ele assegura, ainda, que a medida não trará prejuízo ao auxílio financeiro complementar que já é feito pelo sindicato. Nesta semana, Hocsman também afirmou que há 12 anos a FGF negocia cotas de patrocínio das camisetas da arbitragem e repassa integralmente o valor ao sindicato, a fim de que haja auxílio nas despesas.
Em Bagé, há três profissionais do quadro da FGF: Jeferson Eduardo Moraes, Geovane Silva e Maurício Granato, além do delegado regional, Paulo Ricardo Camacho. 

Contexto nacional

Em âmbito nacional, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou, sexta-feira passada, que os 479 integrantes do quadro nacional irão receber, antecipadamente, uma taxa de arbitragem, calculada a partir do maior valor pago para sua categoria. Um árbitro da série A (Fifa) deve receber, aproximadamente, R$ 5 mil, e um árbitro sem a chancela da Fifa, cerca de R$ 3,8 mil. O apoio também prevê atendimento psicológico, aulas por videoconferência com análise de lances de jogo, aspectos do VAR e mudanças recentes das regras.
Contudo, a estimativa da entidade é de que cerca de 10 mil pessoas atuem nesta atividade em ligas, federações e confederações amadoras pelo país. Por isso, o percentual de profissionais que ainda não foram atendidos é bem maior.

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