ANO: 26 | Nº: 6588
05/07/2020 Cidade

Prefeitura de Bagé recorre de classificação estabelecida pelo modelo de Distanciamento Controlado

Foto: Divulgação

Com classificação de bandeira laranja, Bagé apresentou recurso para obter classificação de bandeira amarela
Com classificação de bandeira laranja, Bagé apresentou recurso para obter classificação de bandeira amarela

O governo do Estado recebeu 37 pedidos de reconsideração nos dados utilizados na nona rodada do Distanciamento Controlado. A Prefeitura de Bagé recorreu do resultado do mapa preliminar divulgado na sexta-feira, 3. Assinado pelo prefeito Divaldo Lara, do PTB, e pela secretária municipal de Saúde e Atenção a Pessoa com Deficiência, Deise Quadros, o recurso do município foi apresentado ontem.
Os pedidos serão computados e passarão por análise do Gabinete de Crise. Amanhã, o governador Eduardo Leite fará o anúncio do mapa final, com as bandeiras que passarão a valer a partir de terça-feira.
A piora nos indicadores de propagação da Covid-19 e na ocupação de leitos fez com que o mapa preliminar do Rio Grande do Sul ficasse ainda mais vermelho, com 10 regiões em risco alto – ou seja, com a bandeira vermelha. As outras 10 regiões ficaram com laranja (risco médio). O Estado segue sem registro de bandeira preta (risco altíssimo), mas, pela primeira vez, nenhuma região foi classificada em amarelo (risco baixo).
O risco alto foi identificado em Palmeira das Missões, Pelotas, Erechim e Caxias do Sul, que estavam com bandeira laranja e evoluíram para vermelha. Bagé, que estava na amarela, foi para laranja. O recurso apresentado pleiteia o retorno para a bandeira amarela.
O governo do Estado informou, na sexta-feira, que 'a região de Bagé (que abrange Aceguá, Candiota, Dom Pedrito, Hulha Negra e Lavras do Sul) apresentou piora em quatro indicadores considerados na determinação das bandeiras, sendo dois deles específicos da região. Além disso, a região perdeu o benefício de possuir até três hospitalizações, ao somar cinco nas duas últimas semanas. Com isso, bandeira final passou para cor Laranja'.
As regiões de Porto Alegre, Capão da Canoa, Novo Hamburgo e Canoas, por terem sido classificadas em vermelho pelo menos duas vezes no período de 21 dias, mesmo que apresentassem melhora nos dados, não poderiam ter regressão no nível de restrição, com isso, seguem com bandeira vermelha. Passo Fundo não apresentou melhora nem piora no cálculo dos indicadores e permanece com vermelha. Santo Ângelo foi a única região que apresentou redução de risco, saindo da vermelha para a laranja.

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