ANO: 26 | Nº: 6590
24/07/2020 Cidade

Aumento no preço do gás de cozinha ainda não refletiu em Bagé

Foto: Tiago Rolim de Moura

Revendas prevem o máximo de R$1 por botijão
Revendas prevem o máximo de R$1 por botijão

A suba do gás de cozinha anunciada pela Petrobrás, na quarta-feira , ainda não chegou a Bagé. A reportagem do Jornal MINUANO entrou em contato com revendedoras da cidade, na quinta-feira, dia previsto para o aumento, e o acréscimo de 5% ainda não havia sido aplicado. A previsão, porém, é de que a suba seja confirmada nos próximos dias para os revendedores.
A maioria dos empresários consultados informaram que ainda não compraram com o novo valor, mas a estimativa é de que o aumento possa chegar no máximo a R$ 1. A mudança afetará, principalmente, o botijão P13, o mais comumente utilizado nas cozinhas brasileiras. A última elevação foi aplicada em junho deste ano. Atualmente , os bajeenses desembolsam de R$ 65 a R$ 75, dependendo se for adquirido na revenda ou por tele-entrega.

Segundo a Petrobras, mesmo com o aumento, o produto ainda registra queda de 4,5% no acumulado do ano, ou R$ 1,26 por botijão de 13 kg. Com isso, o preço médio da Petrobras às distribuidoras será equivalente a R$ 26,55 cada.

A estatal esclarece que igualou, desde novembro de 2019, os preços do gás liquefeito de petróleo para os segmentos residencial e industrial/comercial e que o GLP é vendido pela Petrobras a granel. Assim, as distribuidoras são as responsáveis pelo envase em diferentes tipos de botijão e, junto com as revendas, regulam os preços ao consumidor final.

 

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