ANO: 26 | Nº: 6590

Divaldo Lara

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04/08/2020 Divaldo Lara (Opinião)

O presidente do Brasil quer participar do desenvolvimento de Bagé

Sim. O presidente da República do Brasil Jair Bolsonaro esteve em Bagé. E com ele o ministro Rogério Marinho, da Integração Regional; o general Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional; o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães; entre outras personalidades importantes do Poder Executivo e Legislativo, como deputados estaduais e federais e o vice-governador do RS, delegado Ranolfo Vieira Júnior.
Sim. A representação máxima do Governo Federal esteve em Bagé para os atos oficiais de entrega de 1.164 moradias e da inauguração da Escola Cívico-Militar São Pedro, a primeira a funcionar no Brasil. Mas, essencialmente, o presidente veio para saber da cidade, conhecer de perto nossos reais problemas e o que é preciso fazer para amenizá-los. A autoridade máxima da nação mostrou todo o interesse em conhecer melhor a cidade onde seu irmão prestou serviço militar, onde o vice-presidente Hamilton Mourão morou e onde nasceu o presidente Emílio Garrastazu Médici.

A barragem
Como bem descreveu o jornalista Túlio Milman, da RBS, "a visita de um presidente é importante e é bom", principalmente para um município que está na Metade Sul do Estado. E quando esse presidente se mostra sensível e interessado em saber da situação em que vivemos e diz querer ajudar, dando mostras concretas do que disse, aí não há como não anunciar: Jair Bolsonaro esteve em Bagé e isso foi muito bom para a cidade.
E se até o dia de hoje como candidato ou como prefeito nunca prometi construir a barragem, o presidente Jair Bolsonaro, agora, deu o incentivo e a segurança que me faltava para dizer: - Sim. Nós vamos entregar aos bajeeenses a barragem da Arvorezinha o mais rápido possível. Com o aval do presidente e a responsabilidade do Exército Brasileiro.
Portas abertas
Solicitei às pessoas que não fossem aos locais em que o presidente estaria cumprindo agenda. Tomamos medidas protocolares para evitar aglomerações. No entanto, a liderança e a missão imposta ao presidente pelos brasileiros inclui Bagé e os bajeenses foram ao encontro do chefe da Nação, apesar dos pedidos. Os agentes da vigilância e os funcionários da Saúde cumpriram sua parte, pediram que se mantivesse o distanciamento adequado e que usasse máscara. Isso já no aeroporto, na chegada do presidente.
No entanto, como é do conhecimento de todos, muita gente preferiu sair de suas casas para ver Jair Bolsonaro. Ele, por sua vez, na maior parte do tempo, ouviu nossos apelos para que mantivesse a máscara, apesar de já ter cumprido isolamento quando esteve com a Covid-19 e não representar perigo.
Reitero aqui, a minha missão é tornar Bagé uma cidade desenvolvida e um lugar melhor para se viver. Lutar para amenizar o contágio do novo coronavírus faz parte dessa missão, assim como não deixar o comércio fechar. O comércio que muito tem ajudado a evitar novos contágios, medindo temperatura e instruindo sobre isolamento, uso de máscara e o modo de agir em meio a pandemia.
Por fim. Sim, o presidente esteve em Bagé e abriu as portas para os bajeeenses porque descobriu que aqui queremos um Brasil maior e melhor, um Brasil que trabalha, que produz e que respeita a família brasileira!


"Foi muito bom para a cidade"

 

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