MENU

Identifique-se!

Se já é assinante informe seus dados de acesso abaixo para usufruir de seu plano de assinatura. Utilize o link "Lembrar Senha" caso tenha esquecido sua senha de acesso. Lembrar sua senha
Área do Assinante | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler

Ainda não assina o
Minuano On-line?

Diversos planos que se encaixam nas suas necessidades e possibilidades.
Clique abaixo, conheça nossos planos e aproveite as vantagens de ler o Minuano em qualquer lugar que você esteja, na cidade, no campo, na praia ou no exterior.
CONHEÇA OS PLANOS

Segurança

Kucera tem habeas corpus negado pelo Tribunal de Justiça

Publicada em 01/06/2017
Kucera tem habeas corpus negado pelo Tribunal de Justiça | Segurança | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Empresário está preso em Santana do Livramento

O advogado e empresário Mário Kucera teve o pedido de habeas corpus (ação judicial com o objetivo de proteger o direito de liberdade de locomoção ao lesado ou ameaçado por ato abusivo de autoridade) negado, na tarde de ontem, pelos desembargadores da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado.
Conforme o advogado de defesa. Décio Lahorgue, além de Kucera, mais 22 indiciados tiveram o pedido negado, sendo três deles de Bagé. "Os desembargadores negaram todos os pedidos, agora estamos estudando novas ações", disse.

Preso na Operação Deu Zebra, deflagrada pela Polícia Civil no dia 25 de abril deste ano, Kucera está no presídio de Santana do Livramento.

O habeas corpus foi julgado por um colegiado (três desembargadores), que no dia 5 de maio solicitou um ato ordenatório com o objetivo de analisar todo o processo resultante da Operação Deu Zebra.

No dia 25 de abril deste ano, a Operação Deu Zebra, coordenada pela delegada de Santana do Livramento, Ana Luiz Tarouco, prendeu várias pessoas, acusadas de envolvimento com jogo do bicho. Foi uma ação de combate à lavagem de dinheiro. A investigação, de 16 meses, identificou uma organização criminosa que atuava no ramo de jogos de azar.

Os bicheiros, a partir de Bagé e de São Gabriel, controlavam o jogo do bicho pela internet e em quatro anos já teriam movimentado R$ 521 milhões, através de máquinas de cartão de crédito, modificadas para fazer as apostas. Os grupos tinham conexão com São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás.

 

Galeria de Imagens
Leia também em Segurança
PLANTÃO 24 HORAS

(53) 999719480

plantao@jornalminuano.online
SETOR COMERCIAL

(53) 3242.7693

comercial@jornalminuano.online
CENTRAL DO ASSINANTE

(53) 3241.6377

central@jornalminuano.online