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Editorial

Potencial que ganha estímulo

Publicada em 08/01/2019

Há alguns anos, cerca de uma década atrás, uma iniciativa apontou para uma alternativa na economia da Campanha gaúcha. O programa Olivais do Pampa, nascido como fórmula de capacitar possíveis produtores e, ao mesmo tempo, avaliar a região como própria para o plantio de oliveiras destinadas à produção de azeite, representou um passo inicial que, hoje, já resultou num novo mercado.
Sim, a Campanha produz azeites de oliva. Nem é algo tão novo assim. Em 2010, para se ter uma ideia, o empresário Luiz Eduardo Batalha, que recém havia iniciado um projeto em Pinheiro Machado, decidiu cultivar 10 mil pés de oliveiras e, tempos depois, de forma pioneira, abriu a primeira indústria de azeite local. A decisão, pouco depois, resultou em premiações e, também, na ampliação da produção. Mas, mesmo assim, era uma fase inicial em termos regionais.
A partir do próximo mês, como retrata reportagem desta edição, Bagé, que já contava com mudas cultivadas, passará a ter sua industrialização formalizada, através da Azeites do Pampa Agroindústria Ltda. Em molde de cooperativa, a unidade reuniu entusiastas que não apenas angariaram as verbas necessárias, como investiram no plantio. E o primeiro retorno está prestes a ocorrer. Aliás, o sucesso do empreendimento pode representar, a curtíssimo espaço, fortalecimento decisivo de tal mercado na região.
E mesmo que tal crescimento seja comedido, os números já projetados são significativos. Nesta primeira safra, devem ser beneficiados em torno de 10 hectares, com uma média de 200 quilos por hectare, o que deve resultar em 600 litros de azeite. E somente com a plantação existente, que se tornará mais produtiva, a ideia é que daqui há cinco anos sejam extraídos cerca de três mil litros do produto. Dados promissores para algo que começou a cerca de uma década com o plantio de áreas experimentais com, acreditem, nada mais que um hectare por unidade. A certeza é que já há um potencial que ganha estímulo.

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