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Segurança

Réu é condenado a 14 anos por morte de jovem em frente ao Residencial Guarani

Publicada em 12/03/2020

Adão da Rocha Cardoso, de 60 anos, foi condenado, após julgamento que durou toda terça-feira, a 14 anos de reclusão, em regime inicial fechado, pela morte Michael da Silva Oliveira, registrada na noite de 8 de maio de 2016, por volta da 00h20min, próximo ao portão de entrada do “Residencial Guarani”, no bairro São Jorge. O réu recorreu em liberdade.

Segundo a sentença de pronúncia, proferida pela juíza Naira Melkis Caminha, Cardoso matou a vítima mediante disparo de arma de fogo. Na ocasião, ele teria atirado contra Oliveira por estar incomodado com os ruídos sonoros supostamente ocasionados pela vítima e pelas pessoas que o acompanhavam, fator que teria perturbado o sossego do acusado.

O crime foi cometido, também, ainda segundo a sentença de pronúncia, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, visto que o réu, em preparada situação de armamento, aproximou-se do ofendido, iniciou discussão com ele e, quando a vítima já não mais esperava, efetuou disparo fatal, "fatores que, somados, reduziram sensivelmente as possibilidades de reação ou fuga".

Durante o julgamento, foram ouvidas seis testemunhas de acusação e cinco de defesa. O réu, ao se manifestar, relatou que a morte teria consistido em um acidente. “Eu fui reclamar para o síndico, pois desde cedo eles estavam descendo e subindo as escadas e eu não conseguia dormir. Avisei para ele tomar uma atitude. Eu falei para o Michael que ele não era morador do local e estava fazendo desordem no prédio. Ele levantou e veio em minha direção, daí veio o restante dos jovens, que começaram a gritar, dizendo que iam me pegar. Então eu peguei a arma do bolso e aconteceu o acidente”, resumiu.

 

 

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