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Segurança

Primeira DP remete inquérito de homicídio ocorrido no bairro São Judas Tadeu e segue na investigação do assassinato de Duda Laif

Em 04/03/2021 às 13:45h
Rochele Barbosa

por Rochele Barbosa

Primeira DP remete inquérito de homicídio ocorrido no bairro São Judas Tadeu e segue na investigação do assassinato de Duda Laif | Segurança | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Foto: Reprodução/Facebook

Foi remetido, no início desta semana, pela delegada titular da Primeira Delegacia de Polícia Civil de Bagé, Daniela Barbosa de Borba, o inquérito da morte de Celso Moreira, de 39 anos, ocorrido no dia 20 de fevereiro, na rua 21 de abril, bairro São Judas Tadeu. Os dois indiciados já estão presos, preventivamente, no Presídio Regional de Bagé.

A investigação chegou aos dois homens através de imagens de câmeras de monitoramento de uma residência que ficava em frente ao local do crime. Nelas, foi possível verificar que a vítima dirigia um carro, ocasião em que outro veículo se aproximou, e um indivíduo que estava na carona desceu e efetuou vários disparos.

Na noite do dia do crime mesmo, agentes da BM abordaram o condutor do veículo utilizado no delito e apresentou-o no plantão da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), tendo sido o suspeito autuado em flagrante por homicídio qualificado. No dia 22, o homem apontado como o autor dos tiros compareceu na Primeira Delegacia de Polícia, acompanhado de advogado, momento em que efetuou a entrega da arma de fogo utilizada no crime (pistola calibre 9mm) e foi preso preventivamente por policiais civis do Setor de Investigação da 1ª DP.

Ouvido em cartório, o preso teria assumido a autoria, esclarecendo que seu pai dirigia o veículo no momento do crime. Ele alegou que disparou os tiros contra Moreira porque a vítima havia tido um relacionamento com sua irmã, porém ele continuaria rondando a casa e ameaçando-a de morte, além de já ter tentado estuprá-la.

“A investigação é muito complexa”, frisa delegada

O laudo de necrópsia feito no corpo de Duda Laif foi entregue à Polícia Civil no início de fevereiro deste ano. De acordo com a delegada responsável pela investigação, titular da Primeira Delegacia de Polícia Civil, Daniela Barbosa de Borba, o laudo revela que Duda morreu em decorrência de traumatismo craniano, produzido por objeto corto contundente (objeto pesado, tipo facão ou machado).

Daniela ressalta que a investigação ainda está em curso, destacando que não pode adiantar detalhes. "A investigação é muito complexa. Estamos analisando todos os dados", resume, ao salientar que ainda não é possível definir se foi um crime de transfobia, embora a possibilidade não seja descartada.

O corpo de Duda Laif, 53 anos, foi encontrado no dia 6 de janeiro, por volta das 14h30, pela irmã da vítima, em um terreno localizado na rua Vinte de Setembro, próximo ao Paredão. O delegado regional Luis Eduardo Benites revelou, à época, que a polícia havia obtido imagens do suspeito. Conforme relato de familiares, o último contato com Duda tinha acontecido dois dias antes.

A morte de Duda mobilizou a comunidade e abriu uma discussão sobre a violência contra as mulheres trans, em Bagé. Questionado sobre um possível enquadramento do crime como transfobia, após o crime, ainda em janeiro, Benites adiantou que havia, sim, uma tendência neste sentido. O delegado, porém, também já apontava que ainda não era possível afirmar enquanto a investigação estivesse em curso.

Em entrevista ao Minuano, o delegado ainda observou que ‘a transfobia é uma forma de discriminação, em função do gênero sexual adotado ou comportamento exposto socialmente que, com isso, gera um sentimento de ódio de discriminação, de não aceitação’. “Se esse homicídio, ou até mesmo latrocínio, está relacionado com transfobia, vai depender da investigação”, pontuou.

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