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Segurança

"Não temos estrutura para fazer continuamente a fiscalização", reconhece delegado regional

Em 06/03/2021 às 08:15h
Rochele Barbosa

por Rochele Barbosa

Foto: Reprodução /JM

Ao integrar a coletiva de impresa realizada pela Prefeitura de Bagé, na quinta-feira, dia 4, o delegado regional de Polícia Civil, Luis Eduardo Benites, fez uma espécie de desabafo a respeito da atuação do órgão nas fiscalizações aos estabelecimentos comerciais e casos de aglomerações pela cidade. Inicialmente, frisou que a atuação ocorrerá, a exemplo do que vem sendo desenvolvido desde que a bandeira preta foi instituída em todo o território gaúcho. Contudo, frisou que a Polícia Civil "não tem condições de fazer sempre", pois a atuação padrão é de polícia "judiciária".

"Não temos estrutura para fazer continuamente a fiscalização. Nossa atividade é de apuração de infrações penais após ocorrer os crimes", resumiu ao se manifestar. Benites ainda frisou que a PC não tem competência em dizer quem fica em determinado lugar, nem horários de funcionamento dos estabelecimentos. "Isso é atribuição do Poder Executivo. Estamos aqui para colaborar com todos os órgãos, dando nossa contribuição e pedir para que as pessoas colaborem", resumiu.

Por outro lado, o delegado regional destacou que a atuação colocada em prática será firme. "Iremos, se necessário, prender os cidadãos que não cumprirem as orientações. Infelizmente a pandemia avançou e tem pessoas que não seguiram as orientações e não cumprem as regras. Então, em alguns casos, teremos que endurecer a medida", garantiu ao dizer que há crimes previstos no Código Penal, de exposição ao perigo, e também sobre não seguir orientação sanitária. "Pessoa que infringir, tipos infração de medida sanitária preventiva, que é sujeito a pessoa que estiver se aglomerando, poderá ser conduzido à delegacia e se não se comprometer em seguir o processo judicial, ser preso em flagrante. Há também crimes de delito de exposição a perigo. E assim perder seu status de liberdade", acrescentou o delegado.

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