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Agência Nacional das Águas classifica estiagem em Bagé como fraca

Em 01/08/2021 às 09:15h
Melissa Louçan

por Melissa Louçan

Agência Nacional das Águas classifica estiagem em Bagé como fraca | Cidade | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Dados do Rio Negro e do Rio Camaquã são utilizados para medição realizada pela ANA

De acordo com classificação da Agência Nacional das Águas - ANA, a situação da estiagem na região de Bagé está classificada como fraca. Enquanto isto, por outro lado, a projeção de chuvas para o estado para os próximos meses é insuficiente, de acordo com o boletim emitido pela Sala de Situação da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema). 

Conforme indica o boletim, é esperada a ocorrência de chuvas nos próximos meses no Rio Grande do Sul, mas em volumes insuficientes para haver recarga hídrica. Vale destacar que este material avalia os efeitos da estiagem de novembro de 2019 a julho de 2021, principalmente quanto às chuvas e disponibilidade hídrica.

O levantamento aponta que devido às anomalias positivas de precipitação no último mês, houve recuo da seca moderada em grande parte do estado e das secas grave e extrema, no norte. O boletim aponta que no noroeste, no sudeste e no extremo sul, houve atenuação da seca, que passou de grave para moderada.

É importante destacar que a Sema utiliza, para o levantamento, apenas dados relativos à bacia do Rio Camaquã para a região. Já a ANA leva em conta, também, os dados da bacia do Rio Negro - o que explica algumas divergências nos dados.

Por exemplo, de acordo com o Monitor de Secas, da ANA, Bagé permaneceu em situação de seca grave de novembro de 2020 a janeiro de 2021. De fevereiro a maio, oscilou entre seca fraca e moderada - a última classificação é de junho, denotando seca fraca no município.

Chuvas dos próximos meses devem ser insuficientes para 'recarga hídrica'

Já o relatório do Estado aponta que o Rio Grande do Sul enfrenta um evento crítico de estiagem desde novembro de 2019, o que ocasionou impactos em diversas áreas e o decreto de situação de emergência em 415 municípios do Rio Grande do Sul, de acordo com a Defesa Civil Estadual.

Em abril de 2020, a equipe já havia publicado um documento sinalizando as consequências da estiagem nos rios gaúchos, comparando o evento com anos anteriores e apresentando um prognóstico climático para os meses seguintes.

A meteorologista Cátia Valente avalia que, de acordo com os estudos, as condições futuras não se mostram favoráveis. “O cenário não tende a se tornar positivo quanto à recuperação do déficit hídrico no Rio Grande do Sul. Por isso, a Sala de Situação seguirá monitorando as condições climáticas no Estado”, afirma.

O prognóstico climático atual sugere, novamente, que não haverá uma recarga hídrica das bacias devido à falta de chuva. E, em função do calendário de plantio, sobretudo arroz e soja, há risco substancial de comprometimento da disponibilidade hídrica nas bacias gaúchas, demandando ações de gestão e regulação de recursos, principalmente nas bacias com conflito de uso da água.

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