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Esportes

FGF pede abertura de inquérito para investigar goleada de 7 a 0 sobre o Farroupilha

Em 04/08/2022 às 12:14h
Yuri Cougo Dias

por Yuri Cougo Dias

FGF pede abertura de inquérito para investigar goleada de 7 a 0 sobre o Farroupilha | Esportes | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Jalde-negro aplicou 7 a 0 em equipe pelotense - Luisy Ferraz/Especial JM

A Federação Gaúcha de Futebol (FGF) protocolou, no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), um pedido de abertura de inquérito disciplinar para apurar a partida entre Bagé e Farroupilha, no último domingo, 31, no estádio Torquato Pontes, em Rio Grande, pela penúltima rodada da Terceirona.

O jalde-negro aplicou 7 a 0 e o placar elástico passou a virar motivo de desconfiança pós-jogo. Agora, a Procuradoria do TJD tem até esta quinta-feira, dia 4, para se posicionar. Além da esfera desportiva, a FGF exige que a denúncia seja encaminhada ao Ministério Público e Polícia Civil.

Ex-técnico afirma ter recusado proposta de R$ 80 mil

A discussão começou quando o meia Iago Padilha, em postagem feita nas redes sociais (e depois apagada) logo após o jogo, apontou que o clube estaria sendo “usado por gente de fora para fazer aposta”. Em seguida, pediu seu desligamento do Farroupilha. Depois, foi a vez do ex-técnico, Gregory Macedo, se manifestar.

Em entrevista à Rádio Universidade, de Pelotas, Macedo disse ter recusado uma proposta de R$ 80 mil para participar de um esquema de manipulação de resultados. "No sábado, dia 18, antes do jogo contra o Riograndense, recebi uma ligação de uma pessoa que já tinha trabalhado em outro clube. Ele é atleta ainda, não vou citar nomes. Seria R$ 80 mil para tomar dois gols no primeiro tempo e dois gols no segundo. Obviamente, neguei e o telefonema ficou por aí. Agora, no dia 24, antes de jogar com o Riograndense aqui (em Pelotas), me ligou um cidadão, que ano passado, quando eu estava no Santo Ângelo, chegou lá. Desde a primeira rodada, tem proposta. Eu sempre negando. Foi quando eu saí", declarou à emissora.

Macedo deixou o Farroupilha no dia 26 de julho, uma semana antes dos 7 a 0 sofridos para o Bagé. Na entrevista para a Rádio Universidade, defendeu o jogador Iago Padilha e, também, o presidente do clube, Fábio Costa. "Eu senti o Iago meio oprimido. Não sei se ele sofreu alguma ameaça. A gente sabe que isso é uma máfia. Quando fiz minha postagem de apoio ele se sentiu mais confiável. Eu ressalto que o presidente Fábio Costa e a esposa com certeza não tem nada com essa situação", apontou.

Presidente se manifesta

O presidente do Farroupilha, Fábio Costa, também se manifestou à Rádio Universidade. Segundo o mandatário, o clube desconhece qualquer tipo de envolvimento com apostas e afirmou que não compactua com esse tipo de situação. "Houve mudanças no clube, no futebol. Estamos averiguando a fundo. É inadmissível qualquer coisa desta parte. O nosso jurídico já está trabalhando. Temos total consciência que estamos para jogar futebol, sadio e competitivo. Não admitimos esse tipo de coisa", declarou à RU.

Departamento Jurídico irá apurar acusação

O Departamento Jurídico do Farroupilha se pronunciou em vídeo postado nas redes sociais. Responsável pelo setor, Hermes Rockenbach afirmou que clube irá apurar o caso junto das demais autoridades competentes. "Estaremos juntos ao Ministério Publico e aqueles que, se responsáveis forem por algum resultado, ou ainda denúncia caluniosa, serão responsabilizados. O esporte não irá perder. Estamos todos buscando amplamente a divulgação, investigação deste fato que é extremamente grave e não pode passar impune", ressaltou.

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