ANO: 26 | Nº: 6573
29/09/2018 Cidade

Congresso Franciscano aborda a superação da violência

Foto: Tiago Rolim de Moura

Cerca de 250 alunos participaram da mostra
Cerca de 250 alunos participaram da mostra
A sexta edição do Congresso Franciscano (Confes) apresentou, na sexta-feira, 47 trabalhos científicos de, aproximadamente, 250 alunos do Ensino Médio do Colégio Franciscano Espírito Santo (CFES). A mostra mobilizou professores, coordenação e estudantes. O tema abordado pelos alunos foi superação da violência pela paz e bem.
Segundo a coordenadora pedagógica do Ensino Médio do CFES, Silvana da Nova, o trabalho é desenvolvido em grupos durante o ano letivo, com orientação dos professores e cada um faz uma abordagem referente ao tema e é elaborado um artigo científico. "O objetivo do Confes é preparar os alunos para a vida acadêmica", relata.
A coordenadora ressalta que os alunos abordam temas atuais, tratando de temas atuais como violência na escola, periferia, doméstica, contra a mulher, criança e adolescente. Ela salienta que os trabalhos foram avaliados por professores, mestres e doutores de universidades, que analisaram o domínio de conteúdo, trabalho de pesquisa, áreas relacionadas ao tema proposto e objetivos.

Pesquisa
Os alunos do primeiro ano do Ensino Médio, Felipe Crex, Mateus Moraes, Vítor Leguisamo e Guilherme Monteiro, apresentaram o tema "A violência contra a criança e adolescente no núcleo familiar". Os estudantes acreditam na educação através do diálogo e na família como instituição. Os jovens entrevistaram integrantes do Conselho Tutelar e constataram que, mesmo com campanhas, a cidade apresenta números altos de violência. O grupo salientou que nas famílias de baixa renda os índices são maiores e a não há punição para os agressores.
Outros estudantes do primeiro ano, Amanda Bica, Isabela Severo, Giovanna Flores, Larissa Dias e Fernando Suñe pesquisaram sobre o "Feminicídio: principal motivo das agressões a mulheres na Campanha gaúcha". Eles destacaram números adquiridos através da Secretaria Estadual de Segurança Pública e informaram que Brasil ocupa a quinta posição mundial nos crimes contra mulheres. O grupo entrevistou advogados e policiais.

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