ANO: 24 | Nº: 6083
09/11/2018 Fogo cruzado

Mário Mena afirma que secretaria da Saúde enfrenta dificuldades para ‘funcionar a pleno’

Foto: Sidimar Rostan/Especial JM

Secretário apresentou informações em sessão, a convite dos vereadores
Secretário apresentou informações em sessão, a convite dos vereadores
O Secretário Municipal de Saúde e Atenção à Pessoa com Deficiência, Mário Mena Kalil, reiterou, ontem, aos vereadores, que a rotina de serviços custeados com recursos da pasta podem ser alterados por conta de atrasos nos repasses de valores do governo do Estado. “Nunca disse que iria acabar qualquer serviço. Disse que pode haver diminuição. Poderá haver diminuição de transporte e atraso em exames, mas isso em detrimento da dificuldade de pagamento”, disse.
O secretário detalhou informações apresentadas à imprensa, no início da semana, destacando a atuação da procuradoria jurídica, na tentativa de viabilizar, judicialmente, as transferências de recursos. Um mandado de segurança foi negado, segundo Kalil, sob a justificativa de que o Estado não teria recursos. O titular da pasta destacou, ainda, que o município arcou com os valores (cerca de R$ 7 milhões). Com isso, o volume direcionado à saúde correspondeu a 23% do orçamento. “É muito recurso atrasado. Não tenho mais como fazer a pasta funcionar a pleno. É preciso que a população entenda algumas medidas”, salientou.
Kalil enumerou ações adotadas para economizar com despesas de diárias, gasolina e manutenção da frota da saúde. O secretário revelou que o novo laboratório estava planejado e que não representa ‘nenhum recurso a mais’. Ele também garantiu que os parlamentares serão informados sobre qualquer alteração nas rotinas da secretaria. O titular da pasta aproveitou para solicitar, aos vereadores, uma articulação para solicitar ao governador eleito, Eduardo Leite, do PSDB, a prioridade na regularização dos repasses.

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