ANO: 25 | Nº: 6335
13/11/2018 Cidade

Historiador bajeense é convidado a publicar livro na Espanha

Foto: Divulgação

Obra foi tema de dissertação de mestrado
Obra foi tema de dissertação de mestrado
Lançado em 2015, na Feira do Livro, a obra “Uma Breve História do Forte de Santa Tecla” deve entrar no mercado europeu em breve. Isto porque o historiador Ivan Pinheiro, autor do livro, foi convidado para publicar em versão e-book por uma editora espanhola, por indicação da Universidade de Valência.
Ele conta que, há dois anos, busca informações sobre doutorados em universidades da Europa, principalmente Portugal e Espanha. Em um destes contatos, falou com o professor Paulo Peixoto, da Universidade de Coimbra, que se interessou pela pesquisa do historiador sobre o Forte de Santa Tecla. Peixoto, que também foi professor de Pinheiro em uma disciplina na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), informou que o tema despertaria grande interesse de universidades que têm estudos latino-americanos entre suas áreas de pesquisa.
Assim, Pinheiro chegou à Universidade de Valência, na Espanha, em busca de informações sobre o doutorado. O livro do historiador foi tema de dissertação de mestrado, cursado por ele na UFSM. “É um tema de interesse para Portugal e Espanha porque trata sobre a delimitação de terra no sul do Brasil, que é abordado nos Estudos Latino Americanos”, explica.
O trabalho foi, então, encaminhado para um processo seletivo na universidade. Lá, uma das editoras ligadas à universidade se interessou pelo tema e fez o convite para editar o livro. Em um primeiro momento, será distribuído em formato de e-book. Conforme a demanda, a editora publica em cópia física.
Agora, Pinheiro dá início ao processo de revisão e reformulação do conteúdo e tradução para o espanhol. A expectativa é que até o início de 2019 o material seja finalizado e entregue para a editora. “Fiquei muito feliz e vou tentar aproveitar ao máximo esta proposta. Agora tenho um longo trabalho para a frente, mas quero entregar o melhor material possível, até porque é uma questão importante não só para a história do Forte de Santa Tecla, como também para Bagé e para a América Latina”, destaca.

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