ANO: 25 | Nº: 6278
23/02/2019 Cidade

Casal faz campanha para cirurgias de filha diagnosticada com cardiopatia em exame pré-natal

Foto: Divulgação

Letieri Hernandorena, 28 anos, com sua filha Helena, quatro anos, e Adrielle Torma, 22 anos, com a pequena Analu, três anos, aguardam o nascimento de Luíza
Letieri Hernandorena, 28 anos, com sua filha Helena, quatro anos, e Adrielle Torma, 22 anos, com a pequena Analu, três anos, aguardam o nascimento de Luíza

A bajeense Adrielle Torma, de 22 anos, e o pelotense Letieri Herandorena, de 28, passam por uma situação complicada. Há cerca de um mês, enquanto faziam um exame de rotina pré-natal, em Pelotas, o casal recebeu a notícia de que sua filha Luíza, que tem previsão de nascer no fim de março, foi diagnosticada com cardiopatia, um segmento de más-formações no coração. A partir disso, os dois decidiram iniciar uma campanha, com vaquinha e rifas, que tem como objetivo angariar fundos para o tratamento da menina, que deve passar por uma série de cirurgias.

De acordo com a bajeense, após o primeiro diagnóstico ser feito, a médica responsável indicou aos pais para que procurassem um centro especializado em Porto Alegre, onde poderiam encontrar mais recursos para a situação. Após algum tempo, o casal conseguiu contato com o Centro de Medicina Fetal e Anomalias Congênitas, localizado no Hospital da Criança Santo Antônio, no complexo da Santa Casa de Caridade da capital, onde novos testes foram feitos e mais anomalias foram encontradas. “Eu vim para cá na outra semana e meu pré-natal foi alterado para ser todo feito aqui”, conta Adrielle.

Neste primeiro momento, Luíza foi diagnosticada com cardiopatia congênita complexa. Entre as anomalias identificadas estão a dextrocardia, em que o coração está virado para o lado direito do corpo; o isomerismo cardíaco direito (coração espelhado), má formação no ventrículo direito; discordância do ventrículo arterial e defeito septal atrioventricular completo e desbalanceado.

A mãe explica que a menina precisará realizar três cirurgias, sendo que a primeira depende das horas iniciais de vida da criança e de como seu coração vai se comportar. Já os demais procedimentos devem ser feitos, respectivamente, quando a criança tiver dois meses e aos cinco ou seis anos de idade. “Tudo depende de como vai ser o nascimento dela. A gente não tem muitas certezas e esse diagnóstico também pode ser alterado porque, pelo feto estar dentro da barriga, algumas coisas ficam ruins de diagnosticar, então é melhor fazer uma ecocardiograma no bebê assim que ele nasce”, enfatiza.

Campanha

Segundo Adrielle, todos os tipos de contribuição são bem-vindos, incluindo divulgação do caso para que mais pessoas auxiliem na campanha. A bajeense destaca está sendo feita uma vaquinha que busca arrecadar R$ 7.500, podendo ser acessada através do link: http://vaka.me/465178.

Além disso, também estão sendo organizadas rifas pela loteria federal, onde serão sorteados brindes que foram obtidos através de doações de amigos e familiares. Fora que, dependendo de como as coisas andarem, o casal pretende vender doces durante o período de Páscoa.

A jovem agradece a todos que estão colaborando e ajudando na divulgação da campanha de arrecadação para sua filha. “Todas as mensagens que temos recebido, de forças e de orações, a gente fica muito grato. O pouquinho que se faz já é muito. A todo mundo que está ajudando, muito obrigada”, declara.

Quem quiser contribuir com a causa e desejar mais informações sobre como auxiliar na campanha, pode entrar em contato com Adrielle pelo WhatsApp (53) 999623184 ou através das contas dos pais de Luíza, nos sites de redes sociais.

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