ANO: 26 | Nº: 6526
18/03/2019 Fogo cruzado

Edital para concessão do aeroporto de Bagé deve ser apresentado hoje

Foto: Tiago Rolim de Moura

Terminal bajeense pode ser ofertado à iniciativa privada em 2020
Terminal bajeense pode ser ofertado à iniciativa privada em 2020

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, adiantou, na sexta-feira, quando foram leiloados 12 aeroportos, em São Paulo, que o governo deve apresentar, hoje, o edital de chamamento para a sexta rodada de concessão de terminais. Freitas confirmou a informação em entrevista coletiva após o certame que superou a outorga estipulada de R$ 2,1 bilhões. A próxima rodada também trará três blocos, com terminais das regiões Norte e Sul, incluindo Bagé, e outro grupo, chamado de Eixo Central. A previsão é que o leilão ocorra em agosto de 2020.
O edital dá início aos estudos para a próxima rodada de leilões de aeroportos, definindo valores por cada bloco e expectativas de investimentos. Serão colocados em leilão mais 22 terminais. O Bloco Sul, formado por nove aeroportos, inclui dois terminais em Curitiba, um em Foz do Iguaçu e um em Londrina, no Paraná; um em Navegantes e um em Joinville, em Santa Catarina; um em Pelotas, um em Uruguaiana e um Bagé, no Rio Grande do Sul. O Aeroporto Internacional de Bagé - Comandante Gustavo Kraemer é administrado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), desde 1980. O terminal não opera voos comerciais. A concessão, que repassaria a administração à iniciativa privada, deve viabilizar a operação regular.
O Bloco Norte engloba sete aeroportos: um em Manaus, um em Tabatinga e um em Tefé, no Amazonas; um em Porto Velho; um em Rio Branco e um em Cruzeiro do Sul, no Acre; e um em Boa Vista. No terceiro lote, o chamado Eixo Central, estão os terminais de Goiânia, de São Luís e Imperatriz, no Maranhão; de Teresina, no Piauí; de Palmas, no Tocantins; e de Petrolina, em Pernambuco.
A sétima rodada de concessão de aeroportos, prevista para o primeiro semestre de 2022, incluirá os terminais de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro. "Congonhas e Santos Dumont ficam para a ultima rodada. Como são aeroportos muito importantes, eles vão ajudar a compor a sustentabilidade da Infraero. Por isso vamos aguardar os preços irem se sustentando no mercado", afirmou o ministro Tarcísio de Freitas.

Com informações da Agência Brasil

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