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Urcamp

Rádios e telas serão os companheiros dos torcedores para acompanhar a Copa Ibsen Pinheiro

Em 10/11/2020 às 06:00h
Yuri Cougo Dias

por Yuri Cougo Dias

Rádios e telas serão os companheiros dos torcedores para acompanhar a Copa Ibsen Pinheiro | Urcamp | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Primeira fase será toda com portões fechados - Foto: Tiago Rolim de Moura

O Bagé estreia na Copa Ibsen Pinheiro nesta quarta-feira, às 15h30min, diante do São José, no estádio Passo D’areia, em Porto Alegre. E o detalhe é que esta primeira rodada marca um campeonato cuja bola vai rolar num estádio vazio, somente com o grito dos jogadores e da comissão técnica. O calor da arquibancada, o vendedor de pipoca, o cambista na beira do estádio. Tudo isso estará em falta a partir desta quarta-feira. E é esse sentimento que os estudantes do curso de Jornalismo da Urcamp trouxeram à tona em reportagem especial nesta edição do Jornal MINUANO. Confira abaixo o material:

 

Por Mariana Muza, Sabrina Monteiro e Alexandre Bastos

Após nove meses de paralisação, finalmente o futebol profissional do interior gaúcho irá retornar com a Copa Ibsen Pinheiro. A bola vai rolar novamente nesta quarta-feira (11), mas em silêncio, pois os torcedores terão acesso aos jogos somente pelas telas dos smartphones e computadores ou através das transmissões radiofônicas.

Com rumores nas redes sociais que a volta do público às arquibancadas poderia ser na segunda fase da Copinha, a reportagem conversou com o presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Luciano Hocsman, que não afirmou que esse retorno pode acontecer. “É bom esclarecer, o que ficou combinado é que só vai haver possibilidade de retorno de público nos estádios a partir do momento em que todas as comunidades envolvidas na competição tenham autorização dos seus governos, estadual e municipais”, conta. Segundo ele, a FGF está aguardando liberação das prefeituras das 11 cidades que estão participando para ver se poderá ocorrer, a partir da semifinal, torcedores dentro dos estádios, nos jogos de ida e volta.

Hoscman comenta que, para acompanhar essa primeira fase da Copa Ibsen Pinheiro, a FGF irá transmitir os jogos pelo aplicativo FGF TV. Além disso, o presidente relata que eles estão em processo de alinhamento com a Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos, (Aceg) para que as rádios do interior possam fazer a transmissão dos jogos com um número reduzido de profissionais. “Poderá estar na cabine: um narrador, um operador e um repórter que estará trabalhando na arquibancada, sem ter acesso ao campo”, completa.

Conforme o presidente, a Copinha já era um desejo da FGF, pois vinham acompanhando a situação do Estado, desde a paralisação da Divisão de Acesso, com apenas três rodadas, no início de março. “Analisando esse quadro de pandemia, fizemos uma consulta aos clubes sobre fazer a competição e, principalmente, se eles teriam o comprometimento e o compromisso de assumir os protocolos propostos pela federação, especialmente os sanitários e os testes”, comenta.

Bagé concorda com FGF

O presidente do Grêmio Esportivo Bagé, Rafael Alcalde, se mostrou a favor da decisão da FGF, embora afirme que, sem o público, a situação financeira do clube é afetada. “Se vier a abrir os portões na semifinal e final, onde esperamos estar, a competição será um grande espetáculo”, observa.

Segundo Alcalde, para participar da Copinha, o Jalde-negro fez um planejamento sabendo da escassez de recurso vindo da bilheteria, com uma folha salarial mais baixa em relação à da Divisão de Acesso. “Essa competição é uma situação ímpar, esperamos que, em dezembro, na semifinal e final, o torcedor esteja presente e faça toda a diferença que o Bagé precisa”, pontua.

Posicionamento dos torcedores

Para os torcedores, estar no estádio era um momento de confraternização, tanto com a família, quanto com os amigos. Nadiel Burns, de 21 anos, que é integrante da torcida organizada do clube, relata que sente falta de estar dentro do estádio. “Para nós é um choque, fazíamos ensaios com a banda e churrasco um dia antes do jogo, e, hoje em dia, não tem mais essas reuniões”, lamenta.

Lucas Maydana, de 21 anos, que é outro torcedor do jalde-negro, comenta que é uma situação delicada. O jovem salienta que é importante ter cuidado nesse momento de pandemia e seguir todos os protocolos, mas ressalta que está com saudade de ir para o estádio, pois sempre estava na companhia de seu pai, João Francisco Mendes. “Era um momento nosso”, lembra.

Torcedor apaixonado pelo Abelhão, Maurício Nascimento, de 21 anos, enfatiza que está esperançoso com a volta do clube aos gramados. “Estar nos jogos é um momento marcante para mim, pois sempre levo meus irmãos mais novos para assistir”, frisa.

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