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Campo e Negócios

Senar-RS e Embrapa discutem combate ao capim-annoni

Em 19/04/2021 às 07:30h

por Redação JM

Senar-RS e Embrapa discutem combate ao capim-annoni | Campo e Negócios | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Plantio foi proibido em 1979, mas planta daninha ainda leva prejuízos a quem produz / Foto: Naylor Perez

Sinônimo de prejuízo para os produtores rurais do Sul do Brasil, o capim-anonni será tema de uma live, amanhã. O bate-papo, realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS) e pela Embrapa Pecuária Sul, começa às 19h30, no canal do Senar-RS no YouTube (aqui).

Originária da África do Sul, a gramínea chegou ao país acidentalmente, nos anos 50. Promovida como alternativa de forragem, ela rapidamente mostrou ter características de invasora. Suas sementes têm alta capacidade de dispersão, a propagação é rápida e a planta, altamente resistente, impede o crescimento de outros tipos de vegetação.

Seu plantio foi proibido em 1979, mas até hoje, a planta daninha leva prejuízos a quem produz, pois ao se instalar, reduz a oferta de alimento para os animais e, o que gera perdas de produtividade e renda no gado leiteiro ou de corte. Para piorar, o capim-anonni não é adequado para alimentar o gado.

"É uma planta muito fibrosa, de baixo valor nutritivo, o que impacta muito no desempenho animal. O excesso de fibra também acaba prejudicando a dentição dos animais. Vacas de cria, por exemplo, que teriam uma vida produtiva até os 12, 14 anos, são descartadas do sistema precocemente por conta do desgaste da dentição, que causa dificuldade de alimentação, redução condição corporal e consequente falhas reprodutivas", explica o médico veterinário Pedro Faraco Rodrigues, técnico do Senar-RS.


Mirapasto

Na live da próxima terça-feira, Rodrigues receberá Leonardo, da Bratta, Padilha e Perez soluções ambientais e Naylor Perez, da Embrapa Pecuária Sul, que vão apresentar estratégias desenvolvidas pela instituição de pesquisa para reduzir as infestações e abrir espaço para o campo nativo se desenvolver melhor.

A metodologia Mirapasto, desenvolvida pela empresa, é considerada a principal forma de controlar e combater o capim-annoni, recuperando a produtividade de áreas degradadas. Sua aplicação tem eficácia comprovada, mas ainda precisa ser difundida para produtores e técnicos das ciências agrárias. A divulgação do método começou com atividades presenciais em 2019, quando foram realizados 15 eventos pelo interior do estado, com a participação de mais de 1,1 mil produtores. No ano passado, o trabalho foi adaptado para o formato virtual, por meio da live Capim-Annoni: Tolerância Zero.

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