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Dar as mãos

"Quando a tempestade passar, as estradas se amansarem. E formos sobreviventes de um naufrágio coletivo. Com o coração choroso e o destino abençoado, Nos nos sentiremos bem-aventurados só por estarmos vivos." ( Alexis Valdés)

Em 09/05/2024 às 00:41h
Giana Cunha

por Giana Cunha

A gente destaca, na coluna de hoje, um trecho de um poema entitulado "Esperança", que tem circulado nas redes como escrito durante a epidemia de peste em 1800. O autor do texto, na realidade, é um ator cubano, Alexis Valdés, que publicou-o pela primeira vez em sua rede social em 2020 e não por K. O’ Meara, a quem o texto era atribuído. A autoria foi checada por diversos sites especializados entre eles o "checamos.afp.com ", "lupa.uol.com.br"  e "Estadão" . E nós, trazemos esta informação.

Aliás, buscar a informação correta e verdadeira nestes tempos difíceis é fundamental. Estamos todos em pânico e sempre com aquela sensação de que temos que manter a esperança, a fé e a força, para conseguirmos passar por tudo isso.

Que a gente consiga encontrar na solidariedade, o alento. Na empatia, a nossa força. Que a gente tenha a paciência para passar por essa provação. E que tenhamos o enfrentamento consciente contra aqueles que querem instaurar o caos.

Vivemos uma crise coletiva e mesmo que por aqui não tenhamos sentido os impactos catastróficos de tudo o que acontece no estado, estamos apreensivos. Por isso esse espaço hoje será dedicado a divulgar ações que estão sendo feitas para ajudar e salvar. São mais de 400 municipios gaúchos destruídos, quase uma centena de mortos, milhares de de desabrigados e uma tristeza sem fim.

E a gente pode ajudar.

"Ninguém pode ajudar a todos, mas todos podem ajudar alguém!"

É essa nossa essência hoje. Dar as mãos!

 

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