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Resistência: O gaúcho e o cavalo

Em 11/05/2024 às 00:56h
Giana Cunha

por Giana Cunha

Resistência: O gaúcho e o cavalo | Social | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler

O cavalo faz parte da nossa identidade cultural. No tradicionalismo, o gaúcho e o cavalo são praticamente um. Não existem, um sem o outro. São como os centauros da mitologia grega, personagens que possuem metade do corpo humano, metade cavalo. Símbolo de força e imortalidade.

Na poesia riograndense, são inúmeros os registros dessa ligação são indissociáveis. Os primeiros cavalos chegaram ao Rio Grande do Sul no século XVI, trazidos para as Missões por padres jesuítas espanhóis. Foram logo adotados pelos índios missioneiros para transporte, caça e agricultura. O animal era a melhor maneira de transporte para os pampas, lidar com gado e útil para as frequentes batalhas no estado.

Hoje, vai mais além: é amado, símbolo de união, parceria e agora, ícone da nossa resistência.

E os olhos do mundo se voltaram pra cá. O resgate de "Caramelo Valente", o cavalo do telhado de Canoas, reascendeu um sentimento de esperança em todos nós. Sobre suas patas, equilibrado em cima de um telhado, 3, 4, 5 dias resistindo sem comida, ao relento e sobre as águas.

Nunca uma tragédia fez tanto sentido para definir quem somos. O salvamento deste animal, especificamente, definiu o que todos estamos vivendo neste maio de fúria climática.

Caramelo, através de sua sobrevivência, mostrou para o mundo o quanto somos fortes, resilientes e corajosos. Desistir não está nos planos. Jamais.

Um povo aguerrido que resiste, e segue em frente. Ainda não fomos resgatados, e a sensação é de que isso ainda vai demorar a acontecer. Mas seguimos, buscando equilíbrio na mistura de nossas emoções.

Um dia depois do outro, resistindo e apesar de tudo renovando as esperanças. E com a certeza de que unidos nos amparamos e seremos mais fortes depois que tudo isso passar.

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