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Fogo Cruzado

"A notícia mais aguardada dos últimos anos", diz prefeito sobre assinatura de ordem para reinício da barragem da Arvorezinha

Em 04/03/2021 às 08:15h

por Redação JM

Ato ocorreu no final da tarde, em Brasília | oto: Marcos Corrêa/PR

 

Após um período de pelo menos 10 dias em Brasília, o prefeito de Bagé, Divaldo Lara, enfim pode comemorar o real motivo de sua extensa agenda na capital federal. Na presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, e do ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, ele participou, no final da tarde de ontem, dia 3, do ato oficial de assinatura da ordem de início para retomada da construção da barragem da Arvorezinha.

“A notícia mais aguardada dos últimos anos. Posso dizer que estou emocionado, porque é uma luta de mais de quatro anos que venho tendo. Foram muitos os desafios para desembargar a obra, que tem no seu histórico dívidas que ainda estamos pagando. Mas eu sempre acreditei porque sei que é um marco para a história do município”, disse ele em conversa com o Jornal MINUANO quando ainda estava na antessala do gabinete da Presidência da República.

O ato, na capital federal, na prática, autoriza o executor do empreendimento, neste caso o Exército, a dar início à mobilização junto ao canteiro de obras. A expectativa, de acordo com Divaldo, é que isso ocorra a qualquer momento. “Agora é como Exército. Nós, enquanto Prefeitura, vamos repassar os recursos do Ministério (de Desenvolvimento Regional) e acompanharemos os trabalhos”, explicou.

Apesar da data oficial de retomada não ter sido formalmente acertada, o prefeito ressaltou que a estimativa, pelas conversas que teve em Brasília, é que até o início próximo ano a obra tenha a obra funcional concluída. “Esta é a primeira etapa e, quando pronta, já solucionará o problema de falta de água. Porque ela representa 70% a mais de reserva de água para Bagé, e é o dobro do que tem a Sanga Rasa. O restante dos trabalhos são expansões”, especificou ao destacar que, atendido o prazo projetado, os racionamentos, tradicionais no verão bajeense, estão com os dias contados. Ou melhor, acabaram.

Questionado sobre a agenda após a assinatura da ordem de início, Divaldo adiantou que deve convocar, para esta quinta-feira, dia 4, uma coletiva de imprensa, em Bagé, para expor detalhes mais técnicos e sanar dúvidas a respeito do empreendimento. “Vim com um propósito, que era essa assinatura, e consegui", resumiu.

Tratativas com Bolsonaro

Em outubro do ano passado, uma comitiva do 1° Batalhão Ferroviário do Exército, de Lages, Santa Catarina, esteve em Bagé para realizar mobilização técnica na área da Barragem da Arvorezinha. O grupo, composto por sete militares, fez a vistoria para a instalação do canteiro de obra, verificando desde a infraestrutura elétrica e hidráulica existente até os alojamentos. A ação atendia uma articulação feita com presidente Jair Bolsonaro quando o mesmo esteve em Bagé, no final de julho, para a inauguração de residenciais. Assim, traçou-se um plano para que o Exército assumisse o empreendimento o quanto antes - medida, inclusive, assumida pelo presidente.

Na manhã de 1º de dezembro do ano passado, a Equipe de Gestão da Barragem esteve reunida no Gabinete do Prefeito para tratar dos preparativos da assinatura da ordem de início. A expectativa, naquele momento, era de oficialização no mesmo mês, mas isso foi adiado.

O presidente, em manifestação nas redes sociais, lembrou da viagem à Rainha da Fronteira e das articulações, inclusive, junto ao Ministério da Defesa, que avaliou a possibilidade do Exército assumir a empreitada. "Havia entraves burocráticos, que foram superados. E hoje assinamos a ordem de serviço para começar essa barragem com prazo de conclusão de, no máximo, dois anos", destacou Bolsonaro.

A previsão é que com a construção desta primeira etapa da obra da Barragem da Arvorezinha, a cidade passe a ter uma nova reserva de 2.800.288,00 m³ de água. Na sua totalidade, o novo reservatório armazenará 18 milhões de metros cúbicos. Atualmente, Bagé possui uma reserva de 4.210.286,21 m³. Assim, o armazenamento de água praticamente quadruplicará ao final de toda obra, conforme as projeções divulgadas.

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