MENU

Identifique-se!

Se já é assinante informe seus dados de acesso abaixo para usufruir de seu plano de assinatura. Utilize o link "Lembrar Senha" caso tenha esquecido sua senha de acesso. Lembrar sua senha
Área do Assinante | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler

Ainda não assina o
Minuano On-line?

Diversos planos que se encaixam nas suas necessidades e possibilidades.
Clique abaixo, conheça nossos planos e aproveite as vantagens de ler o Minuano em qualquer lugar que você esteja, na cidade, no campo, na praia ou no exterior.
CONHEÇA OS PLANOS

Eleições 2024

Com menor número de candidatos dos últimos 16 anos, eleição definirá novo comando da Prefeitura de Bagé

Álvaro Meira (PDT), Luiz Fernando Mainardi (PT) e Roberta Mércio (PL): um deles comandará Executivo a partir de 2025

Em 05/10/2024 às 21:29h

por Redação JM

Com menor número de candidatos dos últimos 16 anos, eleição definirá novo comando da Prefeitura de Bagé | Eleições 2024 | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Fotos: Felipe Valduga

O pleito municipal de 2024 reúne o mesmo número de candidatos à Prefeitura de Bagé registrado em 2008, o menor dos últimos 16 anos. Mas isso não significa que a disputa pelo Executivo não esteja acirrada.

Três chapas estão na corrida. Álvaro Meira concorre pelo PDT, sem coligação. A candidata do PL, Roberta Mércio, disputa à frente da coligação “Bagé para Todos”, formada por PL, Progressistas, Republicanos, União, MDB, PSD e PRD. Já Luiz Fernando Mainardi, do PT, concorre pela coligação “Bagé de Todos com a Força do Povo”, formada pela Federação Brasil da Esperança (composta por PT, PCdoB e PV), Podemos, Avante e PSB.

Gilberto Alagia (Beto), do Podemos, é o candidato a vice-prefeito de Mainardi. Elenara Ianzer, do PDT, é a vice na chapa de Álvaro Meira. Geraldo Gomes, do Progressistas, é o vice de Roberta Mércio. Beto e Elenara disputaram o pleito de 2020, quando sete postulantes concorreram — a maior proporção desde a redemocratização, em 1988.

Roberta é estreante na política. Pós-graduada em Educação e Diversidade Cultural, tem MBA em Metodologias Ativas e é pós-graduanda em Gestão Pública. Na RBS, permaneceu por 24 anos como repórter, apresentadora e chefe de jornalismo da região. Em janeiro de 2021, encerrou seu ciclo na empresa e assumiu a Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Bagé.

Álvaro também é estreante na política. O postulante do PDT é formado em Direito, atua como procurador jurídico da Fundação Attila Taborda (FAT/Urcamp) e tem atuação destacada como advogado de sindicato de trabalhadores.

Mainardi já exerceu cargos de vereador e prefeito de Bagé em duas oportunidades. Elegeu-se deputado federal em 1994, reelegendo-se em 1998. Foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2010, assumindo a Secretaria Estadual da Agricultura no governo de Tarso Genro.

Reduz concorrência por vagas do Legislativo

Com 176 candidaturas aptas ao pleito deste domingo, a disputa pelas 17 cadeiras da Câmara de Vereadores de Bagé reduziu-se, em comparação a 2020. A proporção é de aproximadamente 10 postulantes por vaga, contra cerca de 15 por cadeira, registrada no pleito anterior, quando 252 candidatos tiveram registros deferidos pela Justiça Eleitoral.

Treze partidos estão na disputa por cadeiras no Legislativo: PDT, Progressistas, Podemos, PL, PSB, União Brasil, Republicanos, PSD, PT, MDB, PSDB, PSOL e PCdoB. Candidatos ao cargo de vereador não concorrem por meio de coligações.

No sistema proporcional (voto para vereador), as vagas são destinadas aos partidos e federações, e não a candidatas e candidatos. O eleitor pode registrar voto de legenda — isto é, no partido ou na federação, digitando somente os dois primeiros números da agremiação — ou voto nominal, ou seja, diretamente para uma candidata ou candidato.

O cálculo para os eleitos é feito a partir dos chamados quocientes eleitoral e partidário, que é o resultado do número de votos válidos obtidos pelo partido dividido pelo quociente eleitoral (desprezada a fração). O total corresponderá ao número de cadeiras a serem ocupadas pela legenda.

A partir dos cálculos, o partido ou federação verifica os candidatos mais votados nominalmente. Serão eleitos aqueles que obtiverem votos em número igual ou superior a 10% do quociente eleitoral. Esses são os eleitos que ocuparão as cadeiras a que o respectivo partido ou federação tem direito.

Após conhecer a quantidade de vagas a que cada legenda tem direito com a aplicação do quociente partidário e a exigência de votação nominal mínima, caso haja sobras de vagas, elas serão distribuídas pelo cálculo da média de cada partido ou federação.

Quando não houver mais partidos ou federações que tenham alcançado votação de 80% do quociente eleitoral e que tenham em suas listas candidatas ou candidatos com votação mínima de 20% desse quociente, todas as legendas, federações, candidatas e candidatos participarão da distribuição das cadeiras remanescentes, aplicando-se o critério das maiores médias.

Galeria de Imagens
PLANTÃO 24 HORAS

(53) 9167-1673

jornal@minuano.urcamp.edu.br
SETOR COMERCIAL

(53) 3242.7693

jornal@minuano.urcamp.edu.br
CENTRAL DO ASSINANTE

(53) 3241.6377

jornal@minuano.urcamp.edu.br