Região
Mobilização pede reforma da Escola Jerônimo de Candiota
por Márlon Castro Posqui
Mães, pais de alunos e comunidade da Escola Estadual Jerônimo Mércio da Silveira, localizada na Vila Residencial, em Candiota, se reuniram na quarta-feira, em frente ao prédio para pedir a reforma de sua estrutura. O movimento pediu o início urgente das obras do prédio, que desde junho do ano passado não está mais sendo usado por problemas estruturais.
De acordo com a Presidente da Associação de Moradores da Vila Residencial, Carmem Pagalday, a comunidade tem medo da escola ser fechada. "Para o nosso bairro fechar a escola seria condena-lo. É um retrocesso muito grande", explica.
A escola foi deslocada para as dependências do Centro Cultural em junho de 2025 e iniciou, nesta quarta-feira, o ano letivo em 2026 de forma híbrida, ainda no Centro Cultural e também na Escola Estadual Dario Lassance. Segundo Carmem, o Centro Cultural, apesar das adaptações, não é um espaço adequado para os estudantes.
Na segunda semana de fevereiro, a prefeitura assinou o termo de cedência do prédio da Âmbar que deve receber os alunos após as adequações necessárias. A previsão é para que em março os estudantes estejam aptos a frequentar as aulas no local. De acordo com a Associação de Moradores da Vila Residencial, o prédio não comporta o número de alunos, sendo necessária a divisão de turmas entre a estrutura da Âmbar e a Escola Dario Lassance.
O governo do estado projeta a construção de um prédio para a abrigar a escola, mas, de acordo com a 13° CRE, ainda não há previsão para o início das obras. Segundo a Coordenadora de Educação, Carmem Bueno, trata-se de um processo mais demorado do que uma simples reforma, já que envolve projeto executivo, liberação de recursos e licitação da obra.

