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Supermercados poderão ter farmácias, mas setor gaúcho prevê adesão limitada

Em 08/04/2026 às 07:15h

por Melissa Louçan

Supermercados poderão ter farmácias, mas setor gaúcho prevê adesão limitada | Cidade | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Foto: Larry Silva/AGAS

A sanção da nova legislação federal que autoriza a instalação de farmácias em supermercados reacendeu o debate sobre os limites entre os setores de varejo no país. Prevista na Lei nº 15.357, de 20 de março de 2026, a medida altera a Lei nº 5.991/1973, que trata do controle sanitário do comércio de medicamentos, e tem origem no projeto de lei 2.158/2023, apresentado pelo senador Efraim Filho.

Na prática, a mudança permite que supermercados passem a operar farmácias dentro de suas lojas, desde que cumpram todas as exigências sanitárias já aplicadas ao setor, entre elas, a presença de farmacêutico responsável em tempo integral e a estrutura adequada para armazenamento e comercialização de medicamentos.

Apesar da autorização, a tendência no Rio Grande do Sul deve ser mais cautelosa. Segundo Lindonor Peruzzo Jr., vice-presidente da rede Peruzzo e presidente da Associação Gaúcha de Supermercados - AGAS, o cenário local não indica uma adesão em massa ao novo modelo: “Sem dúvida foi uma vitória para os supermercados, a nível Brasil, a possibilidade de abrir farmácias dentro das lojas. Porém, no Rio Grande do Sul, não se vê intenção de implantar farmácias completas”, afirma.

De acordo com ele, fatores como o alto custo operacional, a necessidade de manter farmacêuticos em tempo integral e a forte presença de grandes redes farmacêuticas no Estado tornam o investimento pouco atrativo. “É um tipo de negócio diferenciado, que exige estrutura e equipe. Hoje, não se percebe interesse em assumir esse modelo”, completa.

Peruzzo destaca ainda que o setor supermercadista defendia, principalmente, a liberação da venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs), o que não avançou na nova legislação. Com isso, a abertura de farmácias completas dentro dos mercados perde apelo estratégico.

Além da avaliação econômica, o dirigente também levanta uma discussão sobre a atuação dos diferentes segmentos. Para ele, há uma distorção no mercado atual, com farmácias ampliando cada vez mais seu mix de produtos: “Vamos trabalhar para que farmácia seja farmácia e supermercado seja supermercado, com cada setor focado na sua atividade principal”.

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