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Campo e Negócios

Seminário vai debater alternativas para desenvolvimento do olivoturismo

Em 27/11/2025 às 07:45h

por Redação JM

Seminário vai debater alternativas para desenvolvimento do olivoturismo | Campo e Negócios | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Ibraoliva estima que crescimento do turismo ajude a viabilizar economicamente os olivais / Foto: Divulgação

O cenário atual e as perspectivas para crescimento do setor serão debatidos, no próximo dia 4 de dezembro, no 1° Simpósio Nacional de Olivoturismo. Além de produtores do Brasil e do Uruguai, o encontro reunirá o meio acadêmico e o setor público, em Bagé.

Conforme a vice-presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Solange Neves, a abertura das propriedades, olivais e lagares para visitação e até mesmo o uso de estruturas de fazendas como hospedagens, ainda é uma alternativa embrionária. "A cada ano nós temos, em média, de duas a três propriedades abrindo até o momento, para o olivoturismo. Isso deve melhorar à medida em que o setor tiver uma boa safra, pois as questões andam juntas", afirma.

Solange diz, ainda, que o simpósio busca demonstrar que o Rio Grande do Sul tem toda uma beleza para ser explorada como a Serra, o Pampa, o Planalto, e que o Brasil tem uma região para as pessoas visitarem e conhecerem também pela Oliva.

Inclusa nas ofertas de agências de turismo, a Rota das Oliveiras, instituída por lei estadual em 2019, reúne os municípios de Bagé, Barra do Ribeiro, Cachoeira do Sul, Caçapava do Sul, Camaquã, Candiota, Canguçu, Dom Feliciano, Dom Pedrito, Encruzilhada do Sul, Formigueiro, Hulha Negra, Pantano Grande, Pinheiro Machado, Piratini, Restinga Seca, Rosário do Sul, Santa Margarida do Sul, Santana do Livramento, São Gabriel, São João do Polêsine, São Sepé, Sentinela do Sul e Vila Nova do Sul. Algumas abrem as porteiras para que visitantes apenas passem o dia com refeições; outras já têm hospedagem. Além disso, está em desenvolvimento um empreendimento próximo a Pinheiro Machado, onde haverá um complexo hoteleiro.

O Ibraoliva estima que o crescimento do olivoturismo ajude a viabilizar economicamente os olivais, especialmente nas fases iniciais, e contribua para a economia local. A vice-presidente pontua, contudo, que é preciso apoio do setor público. "Com melhor infraestrutura, de tecnologia, de estradas, e isso nós temos buscado: um desenvolvimento sustentável das regiões através de infraestrutura para que se possa promover o olivoturismo, por todo o Brasil", conclui.

 

Com informações do Ibraoliva

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