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Com apoio da Urcamp, Educriar oferece curso gratuito para jovens em contexto de vulnerabilidade
por Viviane Becker
A Associação Educacional, Cultural e Social Educriar, anuncia para 2026 uma nova edição do Curso de Desenvolvimento Pessoal e Profissional (CDPP), totalmente gratuito e direcionado prioritariamente a jovens em situação de vulnerabilidade social, com idade entre 14 e 24 anos (e duas vagas extras para maiores de 24).
O coordenador e idealizador do projeto, Mestre em Ensino, Bóris Bonfanti explica que o curso será uma imersão concentrada de 12 semanas (100 horas totais: 96 presenciais + 4 EAD), com aulas às segundas e quintas, das 18h45 às 22h.
Organizado em quatro eixos: comunicação (relações e autoconhecimento); mundo digital e educação; mercado de trabalho; e projeto e pesquisa, o curso inclui oficinas práticas e atividades complementares para fortalecer o desenvolvimento dos participantes.
A parceria essencial com a Urcamp é o grande diferencial. A instituição cede espaços e estrutura no campus para as atividades presenciais, garantindo um ambiente acadêmico de excelência que eleva a qualidade da formação. “Realizar as atividades em um espaço reconhecido como educação por excelência contribui diretamente para o percurso proposto”, destaca Bonfanti.
Como incentivo à continuidade dos estudos, o CDPP oferece oportunidades de bolsas educacionais, incluindo duas bolsas de graduação EAD na URCAMP para participantes que concluírem o Ensino Médio, com critérios a serem divulgados durante o curso. As inscrições estão abertas até 16 de março, pelos canais oficiais da Educriar.
Projeto Panorama Jovem
Paralelamente, a associação lança o Projeto Panorama Jovem em 2026: uma escuta e diagnóstico da realidade da juventude no município, focado em estudantes do 9º ano e Ensino Médio, realizado em parceria com a Urcamp e 13ª Coordenadoria Regional de Educação. A iniciativa aplica questionários anônimos e conversas guiadas, produzindo relatório municipal e devolutivas para escolas e comunidade, visando identificar demandas em áreas como educação, trabalho, saúde mental, cultura e participação.
O coordenador argumenta que o foco permanece nos jovens de baixa renda e vulnerabilidade e visa oferecer ferramentas gratuitas de qualificação e escuta ativa para transformar realidades e abrir caminhos para o futuro.

