MENU

Identifique-se!

Se já é assinante informe seus dados de acesso abaixo para usufruir de seu plano de assinatura. Utilize o link "Lembrar Senha" caso tenha esquecido sua senha de acesso. Lembrar sua senha
Área do Assinante | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler

Ainda não assina o
Minuano On-line?

Diversos planos que se encaixam nas suas necessidades e possibilidades.
Clique abaixo, conheça nossos planos e aproveite as vantagens de ler o Minuano em qualquer lugar que você esteja, na cidade, no campo, na praia ou no exterior.
CONHEÇA OS PLANOS

Urcamp

Aula inaugural da Urcamp debate ficção como ferramenta de educação

Em 12/03/2026 às 07:55h
Yuri Cougo Dias

por Yuri Cougo Dias

Aula inaugural da Urcamp debate ficção como ferramenta de educação | Urcamp | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Encontro abordou a literatura como uma ferramenta para construção de pensamento crítico - Foto: Divulgação

A utilização da literatura como instrumento de formação e estímulo ao pensamento crítico esteve no centro da aula inaugural dos cursos de Pedagogia e História da Urcamp, realizada na noite de terça-feira, 10, no Museu Dom Diogo de Souza. O encontro contou com a palestra “A ficção como porta de entrada para a educação”, ministrada pelo advogado formado pela Urcamp e escritor Rodrigo Tavares.

A atividade reuniu estudantes, professores e representantes do meio cultural para refletir sobre as possibilidades de trabalhar a ficção dentro do processo educativo, especialmente na formação de futuros pedagogos e historiadores. A proposta do evento foi discutir a literatura não apenas como narrativa artística, mas como uma ferramenta capaz de estimular sensibilidade, imaginação e pensamento crítico no ambiente escolar.

A abertura da aula inaugural contou com a saudação da pró-reitora de Inovação, Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Urcamp, professora doutora Paula Lemos Silveira, e da diretora do Museu, Carmen Barros, que destacaram o simbolismo do encontro ao reunir educação, memória e produção literária em um espaço cultural da cidade. A coordenação da atividade foi da professora doutora Clarisse Ismério, responsável por conduzir o diálogo entre literatura e formação acadêmica.

Durante a palestra, Rodrigo Tavares abordou o potencial da ficção como porta de entrada para o aprendizado. Autor de obras como Carancho (2023), Ainda que a terra se abra (2020), Andarilhos (2017) e Noite Escura (2009), além dos e-books Contos Sangrentos e A Tropeada, o escritor ressaltou que os livros podem ampliar a percepção de mundo dos estudantes e contribuir para a formação de leitores críticos.

“Os livros são portas abertas para o pensamento crítico e podem ser utilizados para a ampliação do mundo dos estudantes”, afirmou. Para ele, o diálogo com futuros educadores representa também um gesto de confiança no papel transformador da educação. “Foi uma noite de crer em um futuro mais próspero. A educação estará em boas mãos”, destaca.

A estudante do segundo semestre de Pedagogia, Daiana Teichrieb Vargas, avaliou que a discussão reforçou a importância de integrar literatura e educação no processo formativo. Segundo ela, a reflexão permite compreender a leitura não apenas como atividade pedagógica, mas como experiência humana capaz de despertar curiosidade e imaginação.

“O encontro destacou como a literatura pode despertar curiosidade, imaginação e pensamento crítico nos estudantes. Para quem está em formação na área da educação, essa reflexão reforça a importância de olhar para a literatura como um caminho potente para aproximar o conhecimento da sensibilidade”, comenta.

A programação também contou com a participação especial da Confraria Poetas Livres de Bagé, representada pela presidente Cleuza Silveira e pela vice-presidente Lúcia Oliveira. As integrantes apresentaram aos estudantes a trajetória do coletivo cultural e destacaram o papel da literatura na sociedade contemporânea.

{AD-READ-3}

Durante a atividade, foram recitados os poemas Museu Dom Diogo e O que não se perde, de Lúcia Oliveira, além de Educar e Mulheres, de Cleuza Silveira. Na ocasião, foi entregue um exemplar da coletânea Poetizar faz bem para o acervo do museu e para a biblioteca da Urcamp.

Para a professora Clarisse Ismério, a aula inaugural buscou justamente promover um espaço de reflexão sobre as múltiplas possibilidades de trabalhar a literatura dentro da educação. “A literatura é uma forte aliada no processo formativo tanto na Pedagogia quanto na História, pois amplia horizontes e estimula diferentes formas de compreender o mundo”, ressalta.

Galeria de Imagens
Leia também em Urcamp
PLANTÃO 24 HORAS

(53) 9167-1673

jornal@minuano.urcamp.edu.br
SETOR COMERCIAL

(53) 3242.7693

jornal@minuano.urcamp.edu.br
CENTRAL DO ASSINANTE

(53) 3241.6377

jornal@minuano.urcamp.edu.br