Guarany se reapresenta com caras novas e foco total na Série D
Depois de uma semana de folga, o Guarany voltou aos treinos na última terça-feira (17), já com a cabeça na sequência da temporada. Sob o comando do técnico Gelson Conte, o grupo iniciou um novo período de preparação — e com mudanças no elenco.
Nem todo mundo voltou. Jean Carlos, Marcão Lucão e Marquinhos encerraram seus contratos e se despediram do clube, abrindo espaço para uma reformulação pontual no grupo. Mas o futebol é assim: enquanto uns saem, outros chegam. E o Guarany se mexeu bem no mercado. Já tinham sido anunciados o atacante Ruan Freitas, o meio-campista Silas e o lateral-esquerdo Higor. Agora, mais dois reforços foram confirmados. Para o ataque, chega Matheus Guimarães, de 24 anos, vindo da Inter de Limeira. Jogador de velocidade, que parte pra cima e pode dar mais força ofensiva ao time. Já no meio, quem chega é Emerson Bastos, de 31 anos, ex-Jataiense. Um volante experiente, forte na marcação, daqueles que ajudam a segurar o time e dar equilíbrio dentro de campo.
E pode esperar mais novidades por aí. A direção segue no mercado e novos nomes devem ser anunciados nos próximos dias. Tudo isso já pensando na Série D do Campeonato Brasileiro, que começa no dia 5 de abril e vai até 13 de setembro.
O Guarany está no Grupo A15, junto com Cianorte e FC Cascavel (PR), Santa Catarina e Joinville (SC), além do São Luiz (RS).
Aleluia! Inter desencanta: Demorou, mas veio. O Inter venceu o Santos por 2 a 1, na Vila Belmiro, e conquistou sua primeira vitória no Brasileirão 2026.
Teve de tudo: gol contra do Zé Ivaldo, pênalti do Neymar e, nos acréscimos, Carbonero garantiu o resultado e o alívio colorado. Paulo Pezzolano foi ousado, deixou titulares no banco — incluindo o próprio Carbonero — e viu a aposta dar certo. Com a vitória, o Inter sai da lanterna e sobe para 17º, com 5 pontos. Ainda é pouco, mas já muda o clima.
Agora, o foco é domingo (22), às 18h30, no Beira-Rio, contra a Chapecoense.
Noite de vitória — e de silêncio pesado — na Arena do Grêmio
Na quinta-feira (19), o Tricolor entrou em campo cercado de simbolismos: a estreia do novo e belo uniforme, a expectativa pela volta de Braithwaite — ausente desde setembro de 2025 por uma grave lesão — e a necessidade de afirmação no Campeonato Brasileiro.
Dentro das quatro linhas, fez o que se esperava. Com autoridade e controle, venceu o Vitória por 2 a 0, pela 7ª rodada.
Mas o futebol, às vezes, cobra seu preço quando menos se espera.
Se de um lado houve comemoração, do outro veio o choque. A grave lesão do lateral-esquerdo Marlon mudou o ambiente da Arena. O que era festa virou apreensão. O barulho da torcida deu lugar a um silêncio angustiante — daqueles que fazem o estádio inteiro prender a respiração.
Exames confirmaram: fratura no tornozelo direito. Um afastamento estimado entre cinco e seis meses.
O Grêmio venceu, somou três pontos, assumiu a sétima posição, com 11 pontos, e ganhou confiança. Mas deixou o campo com o coração apertado — lembrando, mais uma vez, que no futebol a distância entre a alegria e a preocupação é mínima.
No domingo, às 16h, em São Januário, o Tricolor reencontra Renato Gaúcho — ídolo, história viva do clube, agora do outro lado.
Mas, antes de qualquer reencontro, fica o sentimento que pairou na Arena: o de que nenhuma vitória é completa quando um dos teus cai. E que, no fim das contas, o futebol até pode ser decidido em gols — mas é sentido, mesmo, no coração.
{AD-READ-3}
Fraterno abraço e votos de ótimo final de semana

