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Campo e Negócios

Embrapa Pecuária Sul apresenta tecnologias na COP30

Em 12/11/2025 às 15:40h

por Redação JM

Embrapa Pecuária Sul apresenta tecnologias na COP30 | Campo e Negócios | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Reprodutores avaliados na Prova de Emissão de Gases / Foto: Fernando Goss

A Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé, estará presente na AgriZone, durante a COP30, que ocorre até o dia 21, em Belém do Pará, apresentando tecnologias estratégicas para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa (GEE) na pecuária. Além das tecnologias, o chefe-geral do centro de pesquisa, Fernando Cardoso, participa de diferentes discussões e debates no evento.

Cardoso participa, como painelista, do evento “Conectando Produção e Conservação: Rastreabilidade no Pampa para um Futuro Sustentável”, que será realizado no dia 14 de novembro, às 14h, durante a COP30. O objetivo é promover o diálogo entre instituições públicas, setor produtivo e comunidade científica sobre estratégias de rastreabilidade aplicadas à pecuária sustentável no bioma Pampa.

Já no dia 17 pela manhã, o chefe-geral do centro de pesquisa participa da apresentação do documento oficial da Embrapa na COP 30 junto com a diretoria da Embrapa e chefes de diferentes unidades do país. Outra atividade é no dia 18 em debate sobre pecuária sustentável em conjunto com pesquisadores da Embrapa Acre e Embrapa Gado de Corte.

 

Vitrine da ciência

A AgriZone é uma grande vitrine de tecnologias, ciência e cooperação internacional voltada à agricultura sustentável e ao combate à fome em um contexto de mudança do clima. O espaço, coordenado pela Embrapa e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), estará aberto ao público durante todos os dias do evento das 10h às 18h e vai abrigar aproximadamente 400 eventos, vitrines virtuais de soluções sustentáveis e vitrines vivas com tecnologias de baixo carbono e que tornam a agricultura mais resiliente à mudança do clima. A AgriZone está instalada na sede da Embrapa Amazônia Oriental, em Belém.


Tecnologia em destaque

Uma das tecnologias destacada é a Prova de Emissão de Gases (PEG), avaliação que busca selecionar bovinos que emitam menos metano (CHâ‚„), ao mesmo tempo em que convertem com mais eficiência o alimento consumido em peso vivo. A identificação dos jovens reprodutores com menores índices de emissão de metano pode ser empregada no melhoramento dos animais, usando a genética na formação de progênies com essa característica.

Com a consolidação de um robusto banco de dados para o atributo de menor emissão de CHâ‚„, a Embrapa e associações de raça parceiras na realização da PEG poderão disponibilizar, nos programas de melhoramento genético, as Diferenças Esperadas na Progênie (DEPs), indexadores que estimam a capacidade de um animal transmitir características genéticas para a sua descendência. Atualmente a avaliação é realizada com as raças taurinas Angus, Braford, Brangus, Charolês e Hereford.

Outra tecnologia apresentada pela Embrapa Pecuária Sul é o Pasto sobre Pasto, um conjunto de práticas de manejo associadas ao uso de mais de uma espécie forrageira em uma mesma área. A Embrapa Pecuária Sul tem recomendado a adoção da prática com o uso das cultivares forrageiras BRS Ponteio de azevém, BRS URS Entrevero de trevo-branco e BRS Estribo de capim-sudão, lançadas pela instituição e parceiros como a UFRGS e Sulpasto. As cultivares apresentam ciclos produtivos e características complementares, e são introduzidas sem a remoção das espécies que já estão no campo, sobrepondo curvas de produção de forragem ao longo do ano.

A prática possibilita maior estabilidade na oferta de forragem ao longo do ano, principalmente nos críticos períodos de transição entre as estações frias e quentes do ano, quando ocorrem os conhecidos vazios forrageiros. Outro importante benefício do Pasto sobre Pasto é que ao mesmo tempo em que se estabiliza e intensifica a oferta de forragem aos animais, também se proporciona o mesmo com relação à oferta de biomassa vegetal para a microbiota do solo. Eliminando períodos de falta de forragem, além de não reduzir a oferta de alimentos aos animais, é possível manter os processos de melhoria das condições de fertilidade do solo, relacionados com a maior ou menor atividade da microbiota do solo.


 

Com informações da Embrapa Pecuária Sul

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